8 razões pelas quais a tecnologia sobrevive em meio à crise

novembro 18, 2008
  1. Mesmo que pouco, tecnologia cresce
  2. Não é como na ‘bolha da internet’ de 2001
  3. Ninguém desistirá de ter um celular
  4. Notebooks ainda são populares
  5. Operadoras estão mais preparadas
  6. Armazenamento de dados cresce nas recessões
  7. Novas áreas em TI continuarão a emergir
  8. Terceirização ajuda a expandir

Mais detalhes

Saiu o quinto capítulo de “Pitukitto queria ser gente”

novembro 12, 2008

Introdução

1º cap. O arco da cachoeita

2º cap. Casas Estranhas

3º cap. O portal dos sonhos

4º cap. Sobre as nuvens

5º cap. Mergulhando nas profundezas

Poesia da hora

novembro 7, 2008

Longe de você a vida parece cinza
E
sem valor,
N
em um sorriso
I
mporta e nada tem sabor,
Momentos que nada valem
A
não ser esperar e
R
eencontrar seu amor

Riquesas posso encontrar,
E
procurar por toda a Terra,
G
randes e lindas coisas
I
guais a você.
N
a esperança de lhe
E
ncontrar

Cada manhã
O
uço sua voz a me sussurrar,
R
elembrando que
T
anto me ama
E
assim vou vivendo
S
implesmente feliz

Brancas são as nuvens,
R
eluzente é o sol,
A
zul está o lindo céu.
N
ada assim se destaca
D
iante do teu sorrizo
A
gora e sempre, porque
O
amor está em seus olhos.

Saiu o 4º capítulo da história “Pitukitto, queria ser gente”

novembro 5, 2008

Introdução

1º cap. O arco da cachoeita

2º cap. Casas Estranhas

3º cap. O portal dos sonhos

4º cap. Sobre as nuvens

Como liberar o admin do Django

novembro 5, 2008

MVC

outubro 31, 2008

O Django é baseado no MVC

outubro 24, 2008
Primeira imagem produzido no site.
Não é muita coisa, mas o começo tem que ser assim mesmo. 🙂

MVC é um conceito já amplamente conhecido e implementado na maioria das linguagens, que se baseia no fundamento da separação entre as camadas, onde:

  • Modelo é responsável pela estrutura e integridade dos dados,
  • Controlador é responsável pelas rotinas de processamento de eventos e
  • Visão é responsável pela interface com outros sistemas e com o usuário.

Meu primeiro projeto em Django

outubro 23, 2008

Iniciar um projeto

django-admin.py startproject nomedoprojeto

No caso de ser Windows:
python C:\Python25\Scripts\django-admin.py startproject veraneiva

Iniciar uma aplicação

django-admin.py startapp designmodas

Configurar projeto

Editar “settings.py”

DATABASE_ENGINE = ‘sqlite3’
DATABASE_NAME = ‘dados.db’
TIME_ZONE = ‘Brazil/East’
LANGUAGE_CODE = ‘pt-br’

‘nomedoprojeto.nomedaplicacao’,

Para iniciar o banco de dados

python manage.py syncdb

Para iniciar o servidor

python manage.py runserver

Acessar o servidor no browser

http://localhost:8000/

O milagre das lâmpadas

outubro 16, 2008

Todos estavam parados. Olhando para a mesma direção. Compenentrados. Nem todos. Uma mulher de meia-idade, cabelos castanhos, saia justa, uma blusa com flores na frente, de óculos. Mantia a seriedade no rosto, porém, demonstrava estar contente com a vida. Segurando sua pasta de executiva dava a impressão de ser uma mulher moderna, de sucesso no mundo dos negócios. Um menino com um cachorrinho amarrado em uma curta corda, desassossegado com o bicho que não se contentava em estar parado ali. Um senhor de cabelos grisalhos, já encurvado pela idade usando uma camisa de modelo simples com botões brancos.

Todos parados, olhos fixos na mesma direção, esperando a mesma coisa. Havia muitas outras pessoas ali paradas. Um rapaz com uma caixa nas costas desejava muito estar em uma sala de aula preparando um futuro melhor, mas ele estava ali, parado, esperando. Dali iria para a rodoviária trabalhar de engraxar os sapatos de seus fiéis clientes. Uma moça, nova, com grandes tatuagens nos braços, mascando chicletes, olhava de um lado para o outro, se distraindo a perceber as esquisitisses das pessoas que a rodeavam. Usava uma saia curta xadrez, aparentando estar constantemente sem noção do que faria logo em seguinda.

Ele estava ali entre essas pessoas. Cada um com sua vida em particular. Cada um com suas espectativas. Cada um com seus sonhos desiludidos. Era tão grande a tensão que eles não se olhavam nos olhos. Mantinham as cabeças erguidas como um exército de soldados prontos esperando o sinal para atacarem seus adversários. As mãos suavam. O momento estava chegando. A aflição tomava conta de todos. O tempo parecia não passar e o suor escorria pelos rostos aflitos. Diante deles um quadro, num lugar alto, com três lâmpadas, uma de cada cor. Duas estavam apagadas e uma estava ligada.

A que estava liga era de cor vermelha. Porque estas pessoas estavam ali paradas? Todas compenentradas. Parecia que estavam como que adorando um deus mágico que lhes daria a liberdade de prosseguir. A liberdade de se desprenderem de suas amarras. De suas correntes que os prendiam naquele lugar. No chão umas faixas coloridas como o corpo de uma zebra. De repente algo estranho aconteceu. Sem que ninguém fizesse nada aparentemente, a luz que estava acessa se apagou e a lãmpada de cor verde se acendeu. Ele olhou para um lado e para outro e não viu ninguém com o dedo em um botão ligando a lâmpada.

Era mesmo um deus mágico, com poderes para ligar e desligar as coisas. Todas aquelas pessoas que estavam ali paradas, presas, como que combinadas, sem se ouvir nenhuma ordem, sem se ouvir nenhum grito. Todas elas respiraram profundamente, como um coro de respirações. Todas lançaram seus pés para a frente ocupando o espaço logo à sua dianteira. Não via nelas medo. Não via timidez naqueles movimentos sincronizados. Não havia competições. Não havia a preocupação de quem chegaria em primeiro lugar. Mas todas elas, mesmo que sem conversarem entre si. Todas elas se moveram na mesma direção e no mesmo momento.

Incrível. Maravilhoso. Uma sincronia invejável. Como uma unidade inseparável. Como pode tantas pessoas tomarem a mesma decisão e no mesmo instante? Com os braços se movendo para frente e para trás para se equilibrarem no movimento, elas foram como que um cardume na correntesa marítima. As mulheres de cabelos longos os balançava de um lado para o outro. Não havia nenhum que desejava o lugar do outro, porque cada um tinha seu próprio espaço. Cada um tinha seu próprio destino. Sua própria existência. E ele ali no meio de todos observando esse estranho fenômeno, esse estranho comportamento social.

Enquanto isso aconteceu outra coisa estranha. Novamente houve o milagre das lâmpadas. A lâmpada verde se apagou repentinamente e a lâmpada amarela se acendeu. O que iria acontecer agora? Desde as mudanças anteriores a multidão se comportou de maneira muito estranha. Como num passe de mágica, as pessoas aceleraram a velocidade de seus movimentos. Havia medo em seus rostos. Havia pavor de que algo terrível pudesse acontecer. Elas se comportavam como que estavam para perder algo de maior valor em suas vidas. Novamente de forma estraordinária, sem nenhum comando esterno.

Todas elas tomaram a mesma decisão, andaram mais rápido para a mesma direção. Nenhuma se desviou, nenhuma saio do caminho de cada uma. E ele ali no meio de todos, tentando entender o que estava acontecendo. E para tornar mais estranho ainda esse ocorrido a lâmpada amarela se apagou. E agora? A lâmpada vermelha voltou a se acender. Foi incrível como que todas aquelas outras pessoas, não as primeiras, pararam diante do quadro de três lâmpadas coloridas. E agora, olhando para elas ele começou a perceber que todas eram diferentes. Ele não podia entender como que elas se encotraram ali, no mesmo horário.

Umas pessoas demonstravam felicidade
, outras, tristeza, outras pressa, outras tranquidade. Mas todas tinham algo em comum. Todas estavam ali paradas. Imóveis. Inertes. Esperando mais um milagre acontecer. O que aconteceria a seguir ele nunca soube, porque impaciente, foi embora. e o milagre continuou a acontecer ininterruptamente. E quem sabe algum dia alguém isso entenderia …

outubro 13, 2008

O carro do chefe chegou

“Vai ser dada a largada. Todos os corredores estão em seus lugares…”. Seu corpo está tenso. Olha para um lado e vê seus adversários. A qualquer momento será dado o sinal e será o momento. Será o momento de colocar em prática tudo o que sabe, tudo o que treinou. Suas mãos estão suando. Muitas pessoas estão lhe observando. Elas querem lhe ver vitorioso. Elas querem lhe ver vencedor. Elas querem lhe ver chegando em primeiro lugar. Sua vontade é de ver logo o fim de tudo isso, ao lançar as redes, a história pode mudar. Mas ele prefere um lugar mais tranquilo onde os peixes não são tão agressivos. Onde a água é limpa e ele possa desfrutar da beleza do fundo do mar. Muitos peixes não são tão coloridos como aqueles que estavam no dia da sua volta. A rebelião havia começado.

Todos estavam aflitos com a demorar do carro do chefe. Sua presença era muito importante para acalmar os âminos das pessoas. Muita fumaça pra todos os lados. Cachorros correndo de um lado para outro. E ele ali na frente daquele TV, vendo todas essas cenas acontecerem bem debaixo de seu nariz. Ele não podia fazer nada. Não podia ajudar aquelas pessoas. Se aproximou de um jovem de óculos de fundo de garrafa e lhe perguntou quantas horas eram. O jovem fez vários sinais que ele não compreendia, tentava mostrar o perigo que estava por vir. Mas ele continuava comendo aquela maçã avermelhada, doce como mel. Seu sabor era como de muitas luas crescentes e esbranquiçadas. Sua pele macia e avelulada fazia com que ele sentisse o sabor almejado por todos os seres majestosos daquele reino mal-assombrado.

Lá fora o carteiro anuncia a chegada de uma caixa misteriosa. Estava trancada com um cadeado muito forte e na parte lateral estava escrito: “Mistério”. Ele não podia conter a curiosidade. Ele não podia deixar de demonstrar que aquele momento era muito importante na sua vida, pois o seu destino estava ligado ao resultado daquela corrida. Se ele vencesse teria a oportunidade de ir estudar em outro país, coisa muito almejada por seus pais desde sua infãncia. Porém, se ele não vencesse aquela corrida seria o fim de suas esperanças. Ele precisava dar tudo de si. Precisava usar todas as suas habilidades, precisa usar toda a sua criatividade para que aquele jardim tivesse flores maravilhosas, pois essa era sua missão. Cada plantinha era parte dele.

Cada folha, cada ramo,
com seus cheiros característicos. Cada flor com suas pétalas aveludadas e seus perfumes variados trazia a ele uma satisfação inexplicável. Ao trabalhar ali a cada dia, derramando seu suor pela terra deixava em cada passo parte de sua vida. Cada passo que dava era uma tentativa de superar suas forças. Cada movimento dos braços tinham o objetivo de se arremessar mais e mais pra frente. Os outros corredores também estavam dando tudo de si, mas ele tinha que ser o vencedor. O tempo parecia não passar naquela manhã. As nuvens calmas faziam sombra sobre ele. Ele não acreditava no que estava acontecendo. Havia se preparado tanto para aquele momento, e agora estava ali deitado olhando para o céu.

Caído não se sabe como, havia muitas perguntas em sua mente. Como faria para abrir a caixa? O que teria ali dentro que o fazia sentir essa vontade louca de abri-la? Não podia esperar mais. O carro do chefe era pra ter chegado no dia anterior e ele decidiu que seria sua última pescaria. Deixaria ali todas as suas tralhas de pesca e voltaria para sua terra natal. Voltaria correndo. Na maior velocidade que pudesse alcançar. A linha de chegada estava cada vez mais próxima. O povo se levantou, gritando seu nome, e ele ali na frente de todos, com a caixa sendo aberta e sua vida sendo revelada a todos. Quando a tampa da caixa se abriu completamente ele gritou como nunca. Seus pulmões pareciam pouco para seus gritos de felicidade. Ouvia as pessoas gritando seu nome.

A vitória foi alcançada, suas esperanças fortalecidas e o carro do chefe chegou…